PRIMEHOST

Cloud Gerenation

A nova geração do Hosting inteligente

De uma forma geral as empresas de Cloud Computing estão divididas em 3 categorias:

  • Provedores de SaaS (Software como Serviço)
  • Provedores PaaS (Plataforma como um Serviço) que entregam plataformas para desenvolvedores para construir e hospedar aplicações WEB
  • Provedores de IaaS (Infraestrutura como um Serviço) que oferecem ambientes computacionais de alta disponibilidade baseados na nuvem

A PRIMEHOST atua diretamente nas camadas IaaS e Saas, oferecendo Cloud Server e infraestrutura robusta para empresas de todos os tamanhos (IaaS) e softwares específicos para diversos segmentos como CRM, ERP, E-mail, EAD, Previdência e outros (SaaS). A seguir estão as 10 empresas referência neste segmento

2010: o ano em que faremos contato!

2010, embora frequentemente referenciado como 2010: Odyssey Two e, em português, 2010: O ano em que faremos contato ou simplesmente: 2010 - O ano do contacto, é a sequência do filme 2001: Uma odisséia no espaço de Stanley Kubrick, filmada em 1984 e baseada na obra homônima de Arthur C. Clarke escrita em 1982. No filme que faremos em 2010 não pode haver medo, cansaço nem montagem de cena (é de arrepiar: http://www.youtube.com/watch?v=cWnmCu3U09w). Tudo vai ser em tempo real e resgatar a Discovery será nossa grande missão. Isso mesmo, redescobriremos a alta disponibilidade rumo ao hosting infalível! Nada poderá nos deter, nem mesmo o misterioso monolito de Júpiter que vaga silenciosamente pelo espaço sideral, os altos impostos que sugam as energias da nave mãe, os follow up´s interrompidos, as respostas negativas para aquelas propostas que jurávamos que era imbatível e que juramos até hoje que foi mal interpretada, nada, nada mesmo vai fazer parar a nossa fixação pela Discovery, o prazer de vencer desafios.

 

O universo silencioso e revelador da nossa caixa de e-mail utilizando protocolo MAP do Exchange estará, mais do nunca, repleto de boas notícias que nunca serão perdidas pois tudo estará salvo em nosso backup diário. Nem mesmo uma pane no motor principal do nosso notebook nos fará abalar pois temos o Desktop Virtual que mantem tudo em segurança mesmo em situações catastróficas como queda geral de energia. Levaremos duas naves, no caso de uma falhar a outra assume automaticamente. Teremos também as núvens sob nós, o que nos deixa mais tranquilos nos momentos de tempestade. Tudo transcorrerá na maior e mais repleta paz e harmonia.  Teremos sentinelas fortemente armados para o caso de tentativa de invasão alienígena a nossa estrutura. Posicionaremos um Fortigate em cada entrada e se preciso for, será um para cada cliente. Não subestimaremos o inimigo, nem as ciladas do cotidiano.  Teletransportaremos tudo para outro Data Center redundante para eliminar qualquer hipótese de downtime.

 

É, 2010 será mesmo o ano em que faremos contato e a equipe da PRIMEHOST deseja sinceramente um ano repleto de aventuras, conquistas e descobertas verdadeiras.

Meus amigos, que a FORÇA esteja com vocês (sei que não é o mesmo filme mas não resisti).

 

Esses são os votos de toda equipe PRIMEHOST.

PRIMEHOST - INFORMATIVO

Caros Clientes e Amigos,

 

Nesta terça-feira, às 22 horas e 12 minutos, uma pane no sistema de transmissão de energia elétrica de Itaipu produziu uma das maiores interrupções de energia já conhecidas no Brasil, retornando ao seu pleno funcionamento às 05 horas e 15 minutos desta manhã de quarta-feira.

 

Informamos aos nossos clientes que todos os dispositivos de rendundância foram automaticamente acionados e não houve qualquer impacto em nossa estrutura. Todos os serviços mantiveram-se 100% ativos durante todo o período.

 

Toda a infraestrutura da PRIMEHOST está amparada por eficientes sistemas de backup de energia, links de internet, ativos de rede, firewall e servidores de alta capacidade. Contamos ainda com a possibilidade de redundância de data center utilizada para situações de desastre ou de extrema criticidade. Por sermos pioneiros no oferecimento de Disaster Recovery em ambiente “clusterizado”, temos conquistado reconhecimento importante no cenário nacional tornando-se a primeira empresa do Brasil a possuir o título VSPP da VMWare além estar entre as seletas 40 empresas mundiais oficialmente homologadas como Resseller Internacional da Fortinet.

 

Todo este esforço e investimento foi realizado para que nossos clientes, mesmo diante de situações inusitadas como esta, não sofram qualquer abalo em seus serviços.

 

Agradecemos a confiança de sempre.

 

Equipe PRIMEHOST - Dynamic DataCenter

A era ZETABYTE

A Cisco System inaugurou na segunda semana de novembro o que chama de “Zettabyte Era”, uma nova geração de dispositivos de rede que vai acompanhar a demanda do mercado por processamento, transmissão e armazenamento de informação multimídia. A fabricante acredita que, com as novas aplicações de vídeo e o aumento exponencial do volume de dados, os provedores de serviços irão rapidamente demandar dispositivos com performance superior a petabytes ou mesmo exabytes.�
O Aggregation Services Router (ASR) 9000 ainda não tem data para chegar ao mercado, mas sinaliza uma tendência irreversível de transporte de alto volume de informação. O produto já está sendo testado por líderes no provimento de serviço de comunicação nos Estados Unidos e na Europa, em linha com uma tendência de aumento exponencial do tráfego global de informação nas redes IP que, segundo a Cisco, crescerá cerca de 50% até 2012, exigindo uma infra-estrutura capaz de suportar um tráfego 522 exabytes por ano, o equivalente ao download de 125 bilhões de filmes em DVD por mês.�
O cenário pode ser ainda fictício, mas quando a Cisco, provedora de infra-estrutura das principais redes de comunicação do mundo se movimenta, o mercado é impossível ignorar. Até porque há outras movimentações no mesmo sentido. A área de data centers é um dos segmentos que já se prepara para a mudança de comportamento do usuário. Vem promovendo diversos investimentos, primeiro para otimizar recursos e se adequar à era da TI verde, depois porque sabe que precisará, com crise financeira mundial ou não, prover um serviço de qualidade, para uma grande e farta população de usuários. 

Padrão de consumo�
Nesta legião, entenda-se, predominam as corporações. Gilberto Mautner, vice-presidente de tecnologia e novos negócios da Locaweb, diz que a capacidade de transmissão de informação da empresa dobra a cada 12 meses. “É um padrão que vem se repetindo há 8 anos. Em outubro de 2009, teremos o dobro do tráfego atual, mesmo com a crise”, sentencia.�
A mesma Locaweb anunciou, no final de agosto, a compra de um imóvel de 18,7 milhões de reais para acomodar seu novo data center, se antecipando a uma necessidade futura dos clientes, que apesar de ser de médio prazo, já exige alguns cuidados e preparos, já que as empresas estão, agora, convencidas da segurança e da redução de custos que o outsourcing de um data center pode prover.�
“Literalmente esgotou a capacidade das empresas de administrar a configuração, a manutenção e ainda gerenciar os data centers internamente”, aposta Mautner. Segundo ele, um movimento também provocado pelo aumento da complexidade dos ambientes. Uma opinião compartilhada por Marcelo Boralli, diretor de marketing e novos negócios da DHC, empresa que cresce ao ritmo de 30% a 35% ao ano: “clientes que no passado tinham hábito de comprar equipamentos e enviar para o data center estão pedindo proposta de hosting”, observa. 

Novo foco�
A DHC possui 115 clientes, cada com um 13 servidores em média, e a maioria hospedando aplicações de missão crítica, onde o cliente busca disponibilidade e performance. “São vários web server e application server”, diz Boralli, para quem o crescimento do setor se dá por dois caminhos: novos clientes e aplicações cada vez mais crítica.�
Mantendo a tradição de clientes com grandes operações na internet – a empresa teve entre os primeiros clientes a então Americanas.com (hoje B2W) – a DHC foi escolhida para hospedar também a infra-estrutura tecnológica do site de e-commerce do Magazine Luiza, uma das maiores redes de varejo do país. De olho nas oportunidades de crescimento do e-commerce para os próximos anos, a rede buscou no mercado de TI um parceiro focado em infra-estrutura e pronto para prover, além dos serviços de hosting, um suporte com flexibilidade, agilidade e experiência técnica.�
No início do ano a empresa tinha a expectativa e crescer no mínimo 40% no ano, atingiu o objetivo no começo de outubro e deve fechar o ano com algo em torno de 45%. O crescimento, segundo o diretor da companhia, ocorre em duas frentes: na base de clientes e em novas aquisições, algo como 60%-40%, respectivamente. “A demanda continua boa, apesar da crise financeira global, que se desencadeia como dominó. Enxergamos dificuldades de alguns clientes, mas o mercado de data center e prestação de serviços de TI continuam aquecidos”, revela Boralli.�
A certeza de fartura do executivo advém também pelo crescimento do ticket médio de cada cliente, que em cinco anos hospedava algo em torno de seis servidores, saltou para 10 e está em 13 equipamentos. Há um mês, a empresa lançou um pacote de servidores virtualizados, o V-care, a partir do qual o usuário ao invés de comprar um servidor físico, adquire um virtual. 

Alternativas�
“Em alguns casos, um pequeno servidor pode ainda ser grande para o cliente”, pontua Boralli. A solução DHC cloud computing, auxilia projetos com perfil reduzido explorando a tecnologia de computador em nuvens, onde consegue vender servidor com menor capacidade de processamento, mas com toda a disponibilidade de da plataforma VMware.�
Essas máquinas, segundo Boralli, são mais simples e, portanto, orientadas a uma demanda de clientes que queiram orientados a preços e que não precisam de um elevado poder de processamento. A solução, segundo a DHC, reduz entre 30% a 35% o custo da empresa em relação a uma solução convencional. 

Ocupação�
A capacidade ociosa da Alog, aproximadamente 1,5 andar não assusta. Ao contrário, acende a luz de atenção para a necessidade de investimento em novas instalações, assim como ocorre com a Locaweb, a DHC, a Diveo e outros players deste setor. “Este espaço será preenchido em 18 a 24 meses, dependendo da velocidade da economia”, diz Marcos Moraes, vice-presidente da Alog, ao relatar os motivos da construção. O movimento de consolidação e virtualização de servidores, segundo ele, é uma tentativa de aumentar a rentabilidade por metro quadrado, mas não elimina a necessidade de aquisição de mais espaço.�
Moraes também pactua com a probabilidade de crescimento de 40% do mercado em 2008/2009, e diz que este tem sido o crescimento histórico da Alog no passado recente, apesar de o número de clientes crescer em velocidade um pouco menor do que esta. “De 55% a 60% do nosso crescimento são de novos clientes. Mas tem um crescimento expressivo da base atual”, pontua.�
Ele acredita que as grandes empresas vão intensificar o movimento de terceirização de data center, principalmente neste momento de crise financeira, onde será preciso otimizar recursos. “A onda das 500 maiores é fazer o outsourcing completo, inclusive da infra-estrutura, ainda está por vir. A Oi, o Banco do Brasil e a Petrobras estão construindo os data center próprios, mas tirando meia dúzia de empresas, as demais virão para o outsourcing”, aposta Moraes, ao dizer que ainda predomina entre os seus clientes as pequenas e médias empresas. 

Aplicações de demanda�
Além de identificar aumento no número de clientes, a Alog acredita em uma expansão do volume de dados nos data centers, provocado pelas aplicações multimídia e pelo uso de novos recursos de comunicação pela internet e dos recursos da web 2.0. Uma avaliação que exigiu investimentos de 4,5 a 6 milhões de reais em 2007; deve consumir algo entre 7 milhões e 8 milhões de reais em 2009 (sendo 40% em infra-estrutura básica e 60% em servidor e infra-estrutura de rede) e deve se repetir no próximo ano.�
Marco Américo Deneszczuk Antonio, vice-presidente executivo de data center da Diveo Brasil, analisa que inicialmente a demanda dos clientes se dava por collocation ou hosting de servidores. Agora, a tendência está mais focada na camada de aplicação, onde o cliente contrata sob demanda, não se preocupando com o servidor.�
Esse comportamento exige uma mudança na oferta do serviço e na manutenção dos sistemas. “Precisamos conhecer a aplicação, manter pessoas capacitadas para manter a aplicação em funcionamento; e como as aplicações são montadas em ambientes compartilhados, operar billing, aprovisionamento, segurança, etc.”, relata, ao dizer que mesmo com estas novas habilidades o custo total do serviço permanece entre 40% e 50% menor do que a oferta de servidores dedicados, mesmo dentro da Diveo.�
“Por exemplo, o outosurcing do Exchange, da Microsoft. Se for montar uma solução dedicada, com o mesmo nível de serviço que o compartilhado, vai custar 40% mais do que o compartilhado. Na prática não vale a pena porque a segurança existe e verifica que os clientes ficam bastante satisfeitos com o serviço e com o preço final”, explica Antonio, ao revelar que a empresa encerrará o ano com mais de 100 clientes de Exchange e mais de 50 mil usuários do sistema, no modelo de terceirização da aplicação. Este ano, a Diveo investirá algo como de 22 milhões de dólares no data center.

FONTE: http://www.tiinside.com.br/Revista.aspx?ID=110373

A nova era do hosting

São Paulo, outubro de 2008 - O mundo da Internet não pára de inovar, novos conceitos surgem quase que diariamente. No ano passado, nos Estados Unidos, nascia a Computação em Nuvens (Cloud Computing), inspirada em conceitos como WEB 2.0, Blogs, Wikipédia além do próprio e-business. Hoje os Cloud Servers são realidade mundial e anunciam uma grande mudança de paradigmas em relação a serviços de Hosting e utilização de software como serviço (SaaS - Software as a Service). Empresas como Microsoft, Google, IBM, HP, entre outras, consolidam a tecnologia não só adotando para si este modelo, mas também se adaptando às mudanças culturais em seu próprio portfólio, que crescem a cada dia.
A Computação em Nuvens (Cloud Computing) é a geração de hosting com computação baseada em servidores numa nuvem de processamento massivo e armazenamento de dados de alta capacidade, que evita a dependência de recursos físicos alocados em um único hardware. A arquitetura em cloud é muito mais que apenas um conjunto de servidores físicos ou virtuais; ela dispõe de uma infra-estrutura de gerenciamento que inclui funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho. Esta tecnologia está muito alinhada ao conceito de software como serviço – SaaS – passando por outros conceitos, há tempos em discussão, como arquitetura orientada a serviços (SOA – Service Oriented Architecture), clusters, utility e grid computing (computação em grade), aplicações web enabled e BPM (Business Process Management).

Eu diria que estamos vivenciando a transição para o futuro das tecnologias de infra-estrutura. Da mesma forma que compramos eletricidade de uma empresa fornecedora de energia e optamos por não ter nosso próprio gerador de energia elétrica dedicado, as empresas comprarão hosting daqui pra frente. Os benefícios são inúmeros e vão desde flexibilidade, escalabilidade e redundância, até em relação ao preço. Isso irá permitir a adesão de um novo mercado de pequenas e médias empresas (PME´s) a modelos de serviços combinados como Cloud Server + SaaS que permitirão uma redução de cerca de 40% dos investimentos para aderir diversas tecnologias como CRM, E-mail corporativo, ERP, virtualização de desktops dentre outras, tudo baseado em uma nuvem de computação segura e de alta disponibilidade. De acordo com uma pesquisa da consultoria McKinsey, as PME´s devem gastar 26% do orçamento de TI em compras de SaaS baseados em Cloud Servers. Vale destaque também para a otimização e crescimento do mercado dos serviços virtuais (sistemas proprietários ou não), já que a empresa não precisa se preocupar com a infra-estrutura, nem com atualizações e licenças de softwares.

No Brasil, os veículos de comunicação especializados começam a contar os casos de sucesso locais que utilizam o conceito de cloud computing e anunciam esta tecnologia como um impulsionador para novos conceitos e negócios. É sem dúvida um momento próspero e democrático vivido pelo mercado de tecnologia.

Fábio Alexandre Vieira é Diretor Executivo da PRIMEHOST do BRASIL, empresa especializada em Data Center no Brasil. ( fabio@primehost.com.br )

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